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Nota do Editor:

Olá Rocker!
2010 vem sendo um grande ano para nós, o Hard Blast está crescendo e muita coisa nova e legal está por vir, mas para que isso aconteça o mais rápido possível, precisamos da um tempo nas atualizações através deste endereço. Mas não iremos parar!
Continuaremos atualizando através de nosso blog e lá você poderá ler todas as entrevistas, resenhas e notícias que o mundo do rock e do metal nos oferece.. Nos vemos em breve por aqui e estamos certos de que se você já é um fã de nosso trabalho, com o que está por vir você vai gostar ainda mais!
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STAY ROCK!
Maila & equipe Hard Blast


 
   
 
 

Guns N´Roses: Uma questão de conceito & os novos Gunners

Por: Maila-Kaarina e Silver
 

Meu plano inicial quando essa pauta foi planejada era literalmente levantar uma bandeira por conta da importância e do peso que o nome Guns n´ Roses carrega e carregará para sempre mas, sinceramente, quase não aguentei o peso desse mastro e demorei 2 meses para conseguir me concentrar e produzir algum texto.

A princípio eu não conseguia entender porque, pois deveria ser fácil escrever sobre uma das bandas mais significativas do mundo para mim, mas foi uma tarefa árdua e cansativa. Não cansativa porque deixei de gostar ou porque resolvi renegar, apesar do sentido não ser mais o mesmo por razões óbvias, não sou mais uma a entrar na “onda do momento” dizendo que o grupo deixou de existir e que “Chinese Democracy” é uma porcaria, pois estou muito, mas muito longe deste pensamento.

 

Axl Rose sempre foi o front man e por isso faz sentido que ele carregue o nome. O grande problema aqui é o fato de que para nós, os fãs mais antigos, além de termos que aceitar uma formação nova, com muito menos alma e músicas bem diferentes, o que não é nenhum pouco fácil, ainda temos que continuar aturando um Axl imaturo, criador das mesmas polêmicas, que desrespeita o público com seus atrasos sem justificativa (no Rio de Janeiro ele fez o público esperar por 90 minutos debaixo de chuva, num domingo, depois da apresentação de Sebastian Bach, que durou somente 40 minutos) e egocentrismo desenfreado. Sim, sei perfeitamente que não somos obrigados a aceitar nada, isso é apenas “modo de dizer”, mas é fato que os verdadeiros gunners (apelido dado aos que faziam parte da família Guns n´Roses nos anos 90, incluindo membros e fãs) sempre tentam. Talvez sejamos mulheres de malandro, apanhamos, não gostamos, reclamamos, mas sempre voltamos atrás, não sei, mas é fato que mesmo com todos esses problemas e atitudes ridículas que já estamos carecas de conhecer, nós, os gunners, ainda queremos ver Axl cantar as músicas de nossa época, ainda sentimos emoção  ao vê-lo correr pelo palco e continuamos nos arriscando pagando altos preços para assistir a um show que ninguém tem como saber se realmente vai acontecer (visto que é possível que Rose se irrite com alguma garrafa d´água ou com alguém fantasiado de Slash e decida sair do palco). 

Não sei explicar, mas o peso do nome Gun n´ Roses é muito grande, diria que até mesmo fenomenal, pois tantos anos depois, sem trazer quase nada do feeling do passado, a tour de Chinese Democracy passa pelo mundo com ingressos sold out meses antes da apresentação em muitos países, além de um pequeno cachê (para a banda somente) de 1 milhão de dólares por show. Me atrevo a dizer, no entanto, que Axl encontra-se tecnicamente melhor e em melhor forma do que no final da tour de Use Your Illusion, quando apesar de ser mais magro, sua voz falhava terrivelmente desde a primeira música do show, fazendo seu rasgado particular soar mais como a de uma gralha doente (eu presenciei isso ao vivo em 1995). Dizem as más línguas – e dependendo do ponto de vista faz um certo sentido – que toda a polêmica de sair fora do palco no meio do show por conta de brigas com pessoas do público que jogavam coisas nele, surgiu na verdade como uma grande desculpa para poder sair do palco, pois sabia que sua voz não seguraria a onda até o final do show. Claro que isso é pura especulação, mas não se trata simplesmente de um tiro no escuro.

Para os ex-fãs “com orgulho” o grupo acabou, Chinese Democracy não é um álbum do Guns, Axl está decadente e não há mais sentido nessa música. Mas prefiro seguir outra linha e ainda pago para ver o que realmente acontece, preciso que meus olhos vejam, preciso realmente sentir antes de simplesmente seguir a opinião alheia. Minha intenção não é mais levantar bandeiras, mas apenas introduzir novos argumentos para dar uma refrescada no assunto.

Pois bem...

Quando Slash e Duff saíram da banda definitivamente, em 1996 e 1997, Axl imediatamente anunciou que carregaria o nome e que, a partir daquele momento, nenhum fã deveria esperar o mesmo tipo de hard rock. Ele deixou bem claro que não abandonaria a linha, mas que usaria sim, de experimentalismos, timbres mais modernos, samplers e afins. Em várias declarações, Axl disse, 16 anos atrás, que Chinese Democracy não teria NADA a ver com os álbuns anteriores. Isso é uma das razões pelas quais não considero o resultado final como uma surpresa. Você pode não gostar do caminho dado às composições, pode não curtir o Guns sem Slash, Duff, Izzy e Matt, mas não tem nenhuma razão em se sentir surpreso, traído ou enganado, pois ele avisou...

Agora vamos tocar num outro ponto: Você realmente acha que teria sentido a banda continuar com o mesmo som? Seria legal se o vocalista simplesmente buscasse clones de Slash, Duff e afins para manter o trabalho na mesma linha? Sinceramente acho que seria ridículo, uma imitação barata e impossível de ser feliz. No que diz respeito a estratégia, Axl Rose agiu muito certo, recriando o conceito de um projeto que mudou de líder. Antes ele não era o único a liderar, tínhamos Slash, Duff e Izzy como principais compositores e tudo era extremamente uniforme. Axl era o homem da frente, também compunha, principalmente as letras, mas não era único comandante e o Guns n´ Roses era realmente um conjunto. Quando essa coesão acabou havia duas possibilidades; deixar a banda como parte da história e seguir em frente em carreira solo, como fizeram Slash, Duff e Izzy (por sinal Slash acabou de lançar mais um álbum e está F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O), ou dar um novo rumo, deixando o passado como uma história sempre presente, mas trazendo um novo conceito, que foi exatamente o que Axl fez, pois a história do Guns está sempre presente em seu repertório e na presença do próprio, claro.

Em minha opinião, Chinese Democracy seria muito melhor aceito se fosse um álbum solo de Axl Rose, mas acho que existe representatividade sim, no fato dele carregar o nome.

Outro grande problema aqui foi a longa espera para este lançamento, 15 anos...tempo demais e isso realmente cansa. Acredito que ninguém mais estava esperando, nem mesmo eu, que confesso só haver me interessado em escutá-lo quase dois meses depois de seu lançamento.
Perdeu o sentido?

Eis que chego no ponto agora: Chinese Democracy é sim um grande álbum, mas é um trabalho que, para a maioria dos fãs mais antigos, deixou de fazer sentido. Teria sido totalmente diferente se tivesse sido lançado 15 anos atrás, quando a polêmica que envolvia era assunto interessante e despertava curiosidade. Em 2010, ninguém quer mais falar sobre isso.

Desta forma, entendo, apesar de não concordar, quando alguns dizem que Axl Rose lançou um álbum ultrapassado. Trata-se de uma grande confusão mental onde o conceito se misturou com a música e acabou por se perder. A música é sim, atual e moderna, mas o conceito se perdeu, deixou de ser interessante.

No entanto, não podemos cair na armadilha da “picuinha” e da “cri-crizisse” de dizer que tudo é ruim e decadente por conta disso.

Outro ponto importante aqui que é o grande foco desta matéria,  é mostrar que não há falta de qualidade neste trabalho e a seleção dos músicos que participaram da gravação e dos que integram o “novo” Guns n´ Roses foi muito bem feita. Como musicista eu sempre tento me colocar no lugar de quem está no palco e sei o quão árdua e muitas vezes ingrata é a tarefa de se substituir ícones. Não estamos aqui falando sobre o carisma e o feeling de Slash e nem comparando os músicos atuais com os antigos, pois isso seria ridículo, mas TODOS os que integram a banda hoje são excelentes profissionais que merecem MUITO respeito, pois de medíocres não têm absolutamente NADA. Mas muita gente resolveu simplesmente não aceitar sem nem mesmo buscar saber quem são, de onde vêm, como tocam e o que já fizeram antes de serem selecionados para tocar na banda de Axl.

Por conta disso, eu e Silver decidimos criar essa pauta uma pouco mais, digamos...educativa para que você, querido leitor, apenas possa se manter informado ou, quem sabe até, ter sua curiosidade um pouco mais aguçada. Passo agora a palavra ao Silver, que preparou esta mini bio de cada integrante pós Izzy, Slash, Duff e Matt que já passou pelo Guns. Não esperamos que com isso você passe a gostar da banda, mas desejamos ajudar você a criar argumentos construtivos para sustentar sua opinião, seja ela contra ou a favor.

Stay Rock!
Maila

 

Os Novos Gunners

por: Silver
 
Dizzy Reed
Dizzy Reed

Depois do próprio Axl Rose, Dizzy pode ser considerado o integrante mais antigo do Guns N' Roses, já que integra o grupo desde 1990. Desde 1985 já mantinha contato com os integrantes da formação original, já que sua primeira banda, The Wild, ensaiava em um estúdio próximo ao do Guns.

Depois de participar de várias bandas do circuito roqueiro de Los Angeles, Rose convidou Reed para integrar a line-up, tendo os dois "Use Your Illusion" como álbuns de estreia e o Rock In Rio, no Brasil, como seu show de estreia. Em estúdio não contribuiu com muitas composições, apenas com arranjos, mas em "Chinese Democracy" fez generosas contribuições em quase todo o play.

Fora do Guns N' Roses, já participou de gravações de colegas de trabalho, como Slash, Duff McKagan, Gilby Clarke e Tommy Stinson, além de excursionar com a banda Hookers N' Blow, que toca apenas covers em clubes e bares estadunienses.

Sua competência pode ser provada não apenas em "Chinese Democracy", mas em históricas execuções de canções dos "Illusions" como "Estranged" e "Bad Obsession", em estúdio ou ao vivo.

 

Gilby Clarke

Gilby Clarke

Oriundo de Cleveland, Ohio, Clarke havia participado de algumas bandas de Los Angeles até ser convidado para substituir o lendário Izzy Stradlin no Guns N' Roses, em meados de 1991, durante a Use Your Illusion Tour - uma das turnês mais longas e rentáveis da história do Rock. Também gravou "The Spaghetti Incident?", um álbum apenas de covers, antes de ser demitido por Axl Rose.

A demissão foi a gota d'água para que Slash e Duff McKagan demonstrassem sua insatisfação com Rose, que demitiu Gilby sem consultá-los, alegando que era apenas um músico contratado.

Após o Guns N' Roses, Gilby Clarke embarcou em inúmeros projetos. Ainda levanta a bandeira de sua carreira solo (que já conta com 4 plays de estúdio, além de um EP e um ao vivo), já trabalhando também como integrante fixo do Rock Star Supernova (com Tommy Lee do Mötley Crüe e Jason Newsted, ex-Metallica) e participando de gravações de bandas como Slash's Snakepit, Heart, Nancy Sinatra e MC5. Além disso, trabalha como produtor, tendo em seu currículo álbuns do L.A. Guns, Vains Of Jenna e The Bronx, entre outros.

Apesar de ter sido bem limitado no Guns N' Roses, já que nunca pôde escrever com a banda, os trabalhos solo do guitarrista, calcados em um Rock n' Roll blueseiro no estilo do The Rolling Stones, são audições recomendadíssimas.

 

Paul Tobias

Paul Tobias

Tobias e Axl Rose desde crianças eram amigos e desde muito cedo já fez parte da história do Guns N' Roses, pois é o co-autor de "Back Off Bitch", canção escrita com Rose em meados de 1984.

Em 1994, quando Gilby Clarke foi demitido, Paul Tobias assumiu o posto. Se os nervos já estavam à flor da pele pela demissão de Gilby, tudo piorou quando Rose pediu para que Tobias regravasse partes do solo de Slash para a versão de "Sympathy For The Devil", do The Rolling Stones, gravada pelo grupo ainda em 1994.

Paul continuou na banda até 2002, onde se mostrou exausto e sem disposição para viajar com frequência. Seu substituto, Richard Fortus, está até hoje no posto. Mas já foi anunciado até mesmo pela assessoria do Guns N' Roses que Paul Tobias continuará trabalhando com a banda em estúdio, já que influenciou positivamente no resultado final de "Chinese Democracy".

 

Robin Finck

Robin Finck

Antes mesmo de integrar a "banda mais perigosa do mundo", Finck já era reconhecidíssimo no mundo da música, por ter trabalhado como músico de turnê do Nine Inch Nails de 1994 a 2000.

Em 1997, Robin foi contratado para substituir o recém-saído Slash por 2 anos. Como na época o Guns N' Roses não estava nem um pouco produtivo, o máximo que o guitarrista fez foi participar das gravações da canção "Oh My God", que faz parte da trilha sonora do filme "End Of Days" (em português, "Fim Dos Dias"). Ainda assim, ele nega ter gravado algo para a faixa, enquanto Axl Rose confirma sua participação.

Finck dividia seu tempo entre o Nine Inch Nails e o Guns N' Roses até 2000, quando decide deixar a banda de Trent Reznor de lado e ser um integrante fixo do Guns N' Roses, onde ficou até meados de 2009, quando largou o posto, futuramente assumido por DJ Ashba.

Hoje, Robin Finck se dedica apenas ao Nine Inch Nails, ainda como músico de estrada, mas o trabalho do guitarrista com o Guns N' Roses se eternizou através do "Chinese Democracy", já que contribuiu com alguns dos melhores solos do álbum, como de "There Was A Time" e "This I Love".

 

Tommy Stinson

Tommy Stinson

O carismático baixista faz parte do mundo da música desde muito cedo, já que, com 12 anos, entrou para a banda de punk rock The Replacements, onde ficou de 1979 até 1991. Após o fim do grupo, formou o Bash & Pop, que durou pouco tempo.

Em 1998 assumiu a posição de Duff McKagan, logo após sua saída, e de lá não saiu mais, se tornando o membro mais antigo da "nova formação". Acredita-se que tenha sido um dos poucos músicos a contribuir em todas as faixas do "Chinese Democracy", tanto baixo quanto backing vocals, além de ajudar na composição de "Street Of Dreams" e "Riad N' The Bedouins".

 

Chris Pitman

Já conhecido na cena musical norte-americana por ter trabalhado com o Tool e o Replicants, o multi-instrumentista passou a integrar o Guns N' Roses em 1998, pouco após a entrada de Tommy Stinson, para ser o segundo tecladista e responsável pelo sub-bass e pelos efeitos de sintetizadores.

Seu trabalho pode ser conferido ao longo de todo o "Chinese Democracy", como na parte épica e extravagante ao meio de "Madagascar", bem como no Tool e em seus outros projetos paralelos ao Guns N' Roses, como ZAUM, e Blinker The Star.

 

Buckethead

Buckethead

Talvez o mais reconhecido dos integrantes do novo Guns N' Roses, o versátil e virtuoso guitarrista Buckethead tem um currículo de dar inveja, compilando cerca de 30 trabalhos solo e cerca de 60 com outros artistas, incluindo nomes como Iggy Pop, Les Claypool, Serj Tankian, Mike Patton e Viggo Mortensen.

De 2000 a 2004 integrou o Guns N' Roses, sendo aproveitado em várias passagens do "Chinese Democracy", onde seu estilo influenciou a sonoridade contemporânea abordada ao longo do álbum. Mas deixou o grupo por divergências com Axl, que alegou que Buckethead era inconsistente e tinha um temperamento difícil, não permitindo até que seus amigos próximos tivessem uma boa comunicação com ele.

Após o Guns N' Roses, Buckethead foi convidado por Ozzy Osbourne para integrar sua banda com a condição de remover sua máscara e seu balde do figurino. Rejeitando o convite por conta das condições impostas, Buckethead voltou a ser o homem de mil projetos, tocando até hoje e lançando muitos álbuns.

 

Bryan "Brain" Mantia

O habilidoso baterista já era figurinha carimbada dos estúdios por seus trabalhos como músico contratado, além de ter integrado o Primus de 1996 a 2000. Com o Guns N' Roses, participou do "Chinese Democracy" e tocou de 2000 a 2006, até que foi substituído por Frank Ferrer.

Vale destacar seus trabalhos com bandas como Primus, Praxis e trabalhos solo de Buckethead.

 

Richard Fortus

Richard Fortus

Fortus participou de vários projetos de rock alternativo, como The Eyes, Psychedelic Furs e Love Spit Love, até que foi convocado para assumir o posto de guitarrista base do Guns N' Roses, substituindo Paul Tobias.

Até hoje continua com a turma de Axl Rose, mas também participando de outros projetos como excursões com a banda da vocalista Rihanna e contribuições para o Paramount Styles.

 

Ron "Bumblefoot" Thal

Ron Thal

Com muitos trabalhos solo lançados, Ron Thal ganhou reconhecimento por sua habilidade incrível com a guitarra e sua versatilidade como músico e compositor.

O guitarrista integrou o Guns N' Roses para substituir Buckethead em meados de 2006 e continua até hoje na banda. Contribuiu para "Chinese Democracy" com algumas gravações, mas o poder de fogo do nova-iorquino pode ser principalmente conferido nas performances ao vivo da banda mais perigosa do mundo.

 

Frank Ferrer

Frank Ferrer

Substituindo o técnico baterista Brain em algumas oportunidades, Frank Ferrer se mostrou tão competente que assumiu o posto definitivamente durante a turnê do Guns N' Roses de 2006.

Versátil e habilidoso, Ferrer já participou de inúmeros projetos de diversos gêneros como Tool, Tommy Stinson solo, Wyclef Jean, The Psychedelic Furs e Doro. Contribuiu com algumas gravações para "Chinese Democracy", dividindo o posto com Brian ao longo do play.

 

DJ Ashba

Mesmo não participando de "Chinese Democracy", DJ Ashba merece citações nesta matéria. O atual guitarrista do Guns N' Roses, dono do posto que foi deixado por Robin Finck, já era reconhecido na cena Rock N' Roll, por ter participado de grupos como Beautiful Creatures, BulleyBoys, Sixx:A.M. (de Nikki Sixx) e ter contribuído com composições para o mais recente álbum do Mötley Crüe, "Saints Of Los Angeles".

Com senso melódico apurado, poder incrível nas seis cordas, versatilidade e habilidade em vários instrumentos como baixo, bateria e piano, DJ Ashba é uma grande promessa para próximos trabalhos do Guns N' Roses (se realmente houver). Para se ter uma ideia de sua competência, vale conferir "The Heroin Diaries", de Sixx:A.M., e o play auto-intitulado do Beautiful Creatures.

 
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