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Prophecy  
PROPHECY – Thrash Metal – Rio de Janeiro (Brasil)
por: Maila-Kaarina
Fotos: promo
 

A banda PROPHECY é uma das poucas remanescentes do thrash metal oitentista carioca, estando na ativa desde 1985, quando se chamava Bíblia Negra. Nem mesmo durante o período em que o estilo esteve em baixa o objetivo de um trabalho 100% voltado para o thrash metal tradicional foi deixado de lado e, mesmo enfrentado diversas dificuldades em relação à formação e comprometimento, o trabalho nunca foi abandonado. Houve pausa? Sim, mas a banda nunca teve fim anunciado, pelo contrário, tornou-se uma das maiores sobreviventes de nosso cenário.

 

Recentemente o PROPHECY conseguiu estabelecer uma formação definitiva e só em 2008 puderam lançar seu primeiro álbum cheio, LEGIONS OF VIOLENCE, produzido por eles junto a Maurício Meloni do Estúdio Fast Foward, com arte gráfica de Guilherme Sevens, www.7sdesign.com e capa de Celso Mathias (www.celsomathias.com), que será distribuído pelo selo Morbid Tales Records, do Paraná.

O line-up conta com Rogério Avlis (g & v), Daemon Ross (g), Amaury Garcia (b) e Gabriel Fantezza (bat.), sendo Rogério o único membro original do Prophecy e grande responsável pela continuidade do trabalho.

Com tantos anos de estrada e muitas histórias para contar, a banda passou por dois grandes momentos considerados inesquecíveis para seus membros e fãs; a abertura do show do EXODUS no Rio de Janeiro, em 1997, ainda com Paul Ballouf (1960 – 2002) no vocal e a final Brasileira do W.O.A. Metal Battle 2008, não tendo vencido por muito pouco a final Brasileira, tendo recebido votação unânime na seletiva carioca do evento.

O som do PROPHECY se destaca não só pela fidelidade a matriz do estilo, mas também pela preocupação com detalhes e arranjos, principalmente vocais, que criam um diferencial quando unidos a suas influências, pautadas no melhor do thrash oitentista mundial como Exodus, Testament, Metallica (o verdadeiro, claro!) Forbidden., etc.

LEGIONS OF VIOLENCE

 

Além da qualidade das músicas, é muito bom poder sentir em LEGIONS OF VIOLENCE uma sonoridade atual, dentro de um contexto de revival, que trás as melhores memórias possíveis de uma época em que não tínhamos consciência de como tínhamos sorte.
Segundo a Asylum metal radio, o cd Legions of Violence está entre os 50
melhores lançamentos de 2008 e
recentemente a banda ficou em 14° lugar, na frente de
Krisiun, Destruction, Bennediction, Scar, Symmetry e uma de suas maiores
influencias, o Testament. Confira a lista:

Asylum Metal radio blog >>

Nesta entrevista vocês saberão um pouco sobre este trabalho, sobre a história da banda , além da opinião dos músicos a respeito não só do cenário brasileiro, mas do cenário mundial. Espero que vocês gostem, acessem o myspace, escutem as músicas e comprem o CD!http://www.myspace.com/prophecythrash

Vamos apoiar o Metal!
STAY ROCK!

 

Enrevista Prophecy’s:

Maila-Kaarina:: Com 18 anos de estrada no cenário underground nacional, como vocês definiriam o nosso mercado e o público do Metal?

R.Avlis:
Acho que o maior problema é que hoje em dia tem mais bandas do que público (risos). Antigamente existiam poucas bandas, mas o público era fiel, sempre prestigiavam os shows que rolavam. Hoje as bandas são melhores, músicos competentes, existem centenas de selos independentes, estúdios profissionais onde você consegue fazer uma gravação de qualidade. Mas vejo que o grande público de metal brasileiro prefere ficar em casa baixando os cds ou indo a shows de bandas cover ao invés de dar força as que realmente fazem um som próprio. Mas hoje são outros tempos...

A.Garcia: Pergunta difícil. Depois de inventarem o MP3 pegou pra todo mundo. Mas, acho que o público de metal gosta de dar força somente as bandas que conhece e admira. Só assim acaba comprando o material. Há respeito dos fãs pelas bandas que os inspiram e isso é uma coisa que admiro muito no underground brasileiro. Se falarmos de receptividade em shows, o público brasileiro é ótimo, sempre abrindo rodas de mosh, participando dos shows ativamente. Pelo menos é assim conosco.
Mas, devo dizer uma coisa sobre o underground brasileiro que me incomoda muito. O desrespeito por parte de alguns organizadores de eventos que cobram que bandas paguem para abrir shows de bandas de maior renome. Acho isso ridículo. É um absoluto desrespeito com o artista. E isso acontece a torto e a direito.

D.Ross: Já vi caras leiloando aberturas de shows. Alguns nos contataram para entrar nessa, mas com a gente não rola!

Maila: Há alguns selos internacionais de metal atuantes no Brasil, o que vocês pensam que dificulta o trabalho deles para que tão poucas bandas daqui sejam lançadas lá fora?

A.Garcia: Francamente não sei. Recebemos vários convites de selos estrangeiros, então, creio que não deva ser difícil fazer negócio com eles. Nós decidimos fechar com a Morbid Tales Records, selo do Paraná, por que toda a negociação aconteceu de forma clara e honesta. Vimos que podemos confiar no selo, esse foi o fator crucial para fechar o negócio.

D.Ross: Para uma gravadora lançar bandas depende do mercado. As vezes a banda tem um material bom mas eles julgam que não é relevante para o mercado em que atuam lá fora. Temos gente boa em todos os estilos e não dá pra trabalhar todo mundo. As vezes acho que o que falta mesmo é grana, outras vezes, coragem. Talvez um julgamento melhor. Não dá pra prever o que revoluciona o mercado, mas se pode prever o que vai vender razoavelmente. Sorte nossa que o thrash está em alta.

Maila: Já pensaram alguma vez em mudar o estilo, deixar de lado o Thrash Metal?

R.Avlis: Nunca!!!!!!!!! Não curto essas bandas que ficam mudando de estilo. Acho mais honesto encerrar as atividades e formar outra banda com um nome diferente. O Prophecy na verdade começou em ´85 com o nome de BÍBLIA NEGRA, como começamos a compor em inglês, mudamos para PROPHECY em ´90. Há diferenças entre o som do BÍBLIA NEGRA e o PROPHECY? Há! Mas foi uma mudança natural. Fomos melhorando como músicos e as composições ficaram mais elaboradas. Gravamos uma música da era BÍBLIA NEGRA no cd LEGIONS OF VIOLENCE. A música Lying Prophets (Na época do BN era “Falsos Profetas”) foi composta em ´87 e só demos uma repaginada. 90% da música original é como foi gravada no álbum.

A.Garcia: Nunca. A primeira vez que quis ter uma banda, quando tinha 14 anos de idade, eu queria tocar thrash. Vi uma vez um show do Prophecy, quando tinha 16 anos e quando comecei a tocar pensei: “eu queria uma banda assim”. Nunca imaginei que seria parte do Prophecy alguns anos mais tarde. Bom, eu gosto de meia dúzia de bandas e quase todas são thrash. Isso vem naturalmente. Não é que sejamos radicais do tipo “eu só faço thrash e o resto que se dane”, é porque praticamente só gostamos disso mesmo, risos!!!

D.Ross: Eu não conto. Sou musicalmente esquizofrênico (risos).

Maila: Qual foi, em sua opinião, o melhor momento para o Prophecy desde 1990 até agora?

D.Ross: Tenho apenas uma coisa a dizer: W:O:A metal battle. A seletiva carioca pro Wacken foi o show da minha vida. Cara, o que foi aquilo? Nunca vi um público como aquele! Pareceu que tava todo mundo ligado em 220! Temos o vídeo pra provar(risos). Foi um daqueles raros dias em que tudo dá certo. Ensaiamos tanto que perdi uns três dedos... E na hora valeu a pena porque a produção tava animal, o som mais pesado que uma manada de elefantes e o público correspondeu de uma forma que nunca esquecerei. Tenho que agradecer a todos os que estiveram lá naquele dia. Muito obrigado!!

R.Avlis: Acho que a participação no W.O.A. Metal Battle sem dúvida foi uma grande surpresa devido ao grande número de bandas inscritas e o fato de ganharmos a seletiva carioca competindo com grandes bandas foi sem dúvida um momento especial para nós. Estamos em nossa melhor fase hoje em dia. A formação está estável, com pessoas realmente interessadas em levar a banda pra frente. É diversão, mas com responsabilidade...

A.Garcia: Bom, eu estive na banda de 1996 até 2000 e de 2006 até agora. Gostei muito de abrir o show do Exodus, com Paul Balouff na época. O Metal Battle que vencemos aqui no Rio foi sem dúvida outro momento importante, mas creio que o melhor momento é agora, com o lançamento de nosso debut album Legions of Violence. A resposta tem sido incrível.

Maila: Lá por meados dos anos 90, o Metal, o Thrash e o Hard Rock perderam muito seu território e estilos diferentes de metal surgiram, como o Nu-metal e outras coisas assim. No entanto, parece que de uns dois anos para cá, o público vêm buscando resgatar o som mais antigo e até as bandas novas estão buscando as influências nos estilos anteriores. Vocês acham que isso é algo natural que acontece, por conta do “revival” que sempre rola de tempos em tempos ou acham que isso está acontecendo por conta de uma carência?

A.Garcia: Creio que sejam as duas coisas. Houve um “revival” mesmo. Existem bandas de thrash metal novas que parecem ter vindo dos anos 80, como Hyades, Municipal Waste e Delirious. Mas acho que este “revival” aconteceu justamente pela carência. Não dá pra engolir Metallica gravando St. Anger ou essas bandas de nu-metal que, pelo menos pra mim, são chatas pra cacete, risos!!!

Maila: Como anda a receptividade do público no Brasil e lá fora? Soube que fãs estrangeiros criaram um fórum sobre vocês. Conte-nos um pouco sobre isso...

D. Ross: Eu fiquei muito surpreso e feliz de ver que tem gente de todo canto do mundo se interessando pelo que a gente faz. E o mais impressionante e que esses contatos aconteceram espontaneamente, sem divulgação nossa, mesmo porque ninguém tem tempo para se dedicar a isso...

A.Garcia: Pois é, a receptividade tem sido ótima. Esse lance do fórum nos surpreendeu muito porque foram europeus que nos ouviram no myspace e decidiram criá-lo. Espero que isso venha a crescer cada vez mais. Quem quiser dar uma olhada o endereço é
http://www.hardnheavycommonwealth.com/forum/viewforum.php?f=54

Maila: Como está a agenda da banda? O que vocês têm marcado até agora?

A.Garcia: Temos um show em Cabo Frio em Janeiro, no festival Verão em Chamas. Mas vamos marcar mais shows em breve. Ainda não fizemos um show oficial de lançamento do CD, então, já ta mais do que na hora.

Maila: Como vocês enxergam o cenário no Brasil e fora dele?

D.Ross: Eu acho que underground é igual em todo lugar. As coisas só melhoram se você é mainstream e poucas bandas novas chegam lá. Não me pergunte como se chega lá porque se eu soubesse tava ganhando cachê em euros...

A.Garcia: Para falar a verdade não acho que fora do Brasil seja esse outro mundo que dizem por aí. Deve ter um monte de babaca querendo se dar bem. Mas eles têm mais dinheiro e organização, fatores que ajudam muito, é claro.

Maila: EUA ou Europa? Quem manda no mercado hoje e porque vocês acham isso?

R.Avlis: Europa é onde o metal é mais forte. Principalmente na Alemanha, onde hoje em dia rola o WACKEN OPEN AIR, o maior festival de metal do mundo. Nos EUA o forte é o que está na moda, MTV, etc. Claro que existe o underground, que é o que mantém a cena viva, e claro que o verdadeiro metal veio do underground... Houve aquele boom em meados dos anos 80, onde o metal tomou de assalto o planeta, mas acho que hoje continua na mesma por lá!

A.Garcia: No mercado de metal é definitivamente a Europa. Americano só ouve o que tá nas rádios. Mas é lógico que há alguns bons e fiéis fãs de metal nos EUA também.

D.Ross: A MTV americana só toca Gangsta R.A.P. Se for julgar por isso o metal morreu por lá. Se bem que recentemente vi o clipe de uma banda de moleques na parada deles, que é muito thrash. Gostei mas não lembro o nome da banda. Eles quebram uma casa inteira no clipe...bem já era o nome...risos.

Maila: Qual a maior dificuldade que vocês encontram na hora de divulgar o trabalho?

D.Ross: Fazer shows é um inferno! É raro encontrar gente séria produzindo shows e mais ainda alguém que cubra os custos da banda. Todo mundo quer que você toque, mas quer de graça. O cara põe no palco um amp watt, som e P.A. de baile funk acha que o som ta maravilhoso. Por isso nós carregamos praticamente todo o equipamento de palco, menos a bateria. Não dá pra ser menos que isso. Se podemos dar aos fãs um show com qualidade melhor por que não fazer? Acaba que alugamos sempre uma van enorme pra carregar toda a tralha e isso custa caro. O mínimo seria o produtor cobrir esse custo e nem isso rola em geral. Cachê então, esquece! Ninguém vê o lado da banda. O fato de você viajar pra longe de casa já pode te dar um puta preju. É bacana quando tu é moleque mas todo mundo aqui tem contas a pagar. O Rogério é tatuador e cada dia longe de sua loja é menos um trabalho que ele faz. Pra ele viajar sem ganhar é prejuízo. Mas ele nem liga. Além disso, pode pifar o equipamento ou alguém pode te roubar e ninguém se responsabiliza por isso. O produtor ainda acha que está te fazendo um favor, acaba se aproveitando do amor que temos pelo metal. Ainda bem que aqui no Rio temos a “tríade de aço” e o Full Metal que são felizes exceções. Os caras são profissionais de verdade. Mas eles também vivem no vermelho. Nego não lota os eventos. O público carioca vai acabar perdendo, vai ter que assistir shows das bandas que gosta em outros estados ou pela internet com qualidade horrível. O Symphony X fez uma turnê recentemente que rodou vários estados do Brasil e veio par o Rio? Por que será?Também soube que a produção do Arch Enemy entrou em contato com a “Tríade”pra tocar aqui no Rio, dado nível profissional que eles estão. Tu é fã do Arch enemy e quer saber porque não rolou?Faltou grana porque tu não vai na porra dos eventos!

Maila: Qual a sua opinião a respeito da mídia brasileira que se diz voltada para o som pesado?

A.Garcia: Acho que sites e blogs que se dedicam ao metal fazem seu trabalho muito bem, tentando manter todos informados. Só acho que deveria haver mais esforço pra divulgar bandas pequenas. Existem sites que se dizem underground mas só falam de bandas grandes internacionais. Em relação à revistas, acho que temos algumas boas publicações também, como a Roadie Crew, por exemplo.

D.Ross: A mídia está muito concentrada em São Paulo. É fato que com tão poucas opções de veículos de qualidade fica difícil ser democrático. Lá eles têm revistas de projeção nacional há muitos anos, tem muita banda e o espaço dessas revistas é limitado. Todos os caras bem sucedidos no metal brasileiro passam invariavelmente por São Paulo ou são de lá. Tem muita gente boa por aí e você só ouve falar de Ardanuy, Kiko loureiro, Aquiles Priester... também sou fã desses caras mas quero ter um ídolo daqui. Alguém que encontre no underground e possa parar pra trocar umas idéias.
Estava faltando algo parecido no Rio. Agora temos o Metal Ground que é um site que trata exclusivamente do underground do Rio. O Rio está crescendo! Espero que outras pessoas em outros estados reforcem suas iniciativas neste sentido. Mas fica difícil competir com o Hard Blast porque eles não tem Maila...(risos). E aqui tem até Credenciamento internacional, que chique! Hard Blast chegando pra ficar!!

Maila: Fale um pouco sobre suas influências antigas e comente sobre coisas boas recentes dentro do cenário que tenham chamado a atenção de vocês.

R.Avlis: Eu comecei a curtir som em ´79 com Queen. Depois conheci Black Sabbath, Deep Purple, Led Zeppelin, Kiss, Motörhead etc. Quando formamos o BÍBLIA NEGRA o Black Sabbath era nossa maior influência. No começo dos anos 80 descobri o Metallica, Exodus, Trouble, Accept, Dio, etc.
Acho que essas continuam sendo as minhas principais influências. Hoje em dia o thrash está em alta novamente e temos boas bandas como: Hyades, Fueled by Fire, Violator, Evile e não podemos deixar de fora as antigas que retornaram com força total como: EXODUS, TESTAMENT, OVERKILL, etc.

A.Garcia: Minhas influências como músico são Steve Harris, Frank Bello e Greg Christian. São os três baixistas que mais me inspiraram. Na verdade eu aprendi a tocar tentando imitar Steve Harris, risos!!! Como compositor sou influenciado principalmente por Exodus e Testament. Bandas recentes que me chamaram a atenção foram Hyades e Municipal Waste, que trouxeram de volta aquela idéia do início do thrash e do crossover que era basicamente de ouvir um som violento, mas se divertir com isso. Como dizia o Exodus “good friendly violent fun”(violência divertida e amigável”). Acho isso muito legal, pois não tenho muito saco pra babaquice de “mamãe quero ser mal!”

D.Ross: Eu comecei ouvindo os discos dos meus pais. Tinha muito Beatles, Jacksons Five, Stevie Wonder e sons da Motown. Nunca ouvi rádio. Quando criança fazia minhas próprias coletâneas gravando LPs em cassete. Que velharia! Aos poucos eu fui descobrindo a guitarra. Começou com o Pink Floyd, depois deu um salto pro Guns n Roses porque eu ganhei de aniversário uma fita de uma menina que gostava. Depois que a distorção dominou foi uma “Highway to Hell” risos. Teve a fase Maiden em que eu comecei a tocar baixo, ouvi muito Rush, Queensryche, Helloween e as bandas clássicas dos 70. Só fui começar na guitarra quando ouvi o “Tribute to Randy Rhoads”. Mr. Crowley foi meu objetivo por um ano... sabe como é... não tinha guitar pro...risos. Daí eu ganhei de outra menina um LP, que ela tinha em casa e achava muito barulhento, do Racer X “Live Extreme 2”. Assim descobri o Paul Gilbert. Catei tudo dele e bastante Hard Rock. Depois disso caí no Thrash. Hoje ouço de tudo. Tenho ouvido muito Jazz e comecei a aprender de ouvido. Mas não tenho tempo para treinar, a vida venceu a guitarra. Ainda quero voltar a fazer aulas.

Maila: Fale sobre os planos do Prophecy para 2009.

A.Garcia: Tocar em outros estados, e quem sabe até fora do Brasil.

D.Ross: A intenção é fazer o máximo possível para divulgar esse CD. Já temos músicas pra um segundo lançamento engatilhadas, então o Legions tem que, pelo menos, render o segundo. Agora que o time está fechado queremos dar uma goleada! Se tudo correr bem lançamos outro em 2010.

Maila: Deixe uma mensagem para os leitores do Hard Blast.

D.ross: Se você leu até aqui muito obrigado pela paciência, nos vemos por aí e tomamos uma cerva (risos). Procure nosso material no youtube, myspace, Orkut, sinais de fumaça... Maila rocks!

A.Garcia: Mantenham-se fiéis ao velho e bom metal e thrash ‘till you fucking die!!!!!!!!!!!!!

R.Avlis: Muito obrigado a todos que nos apoiam. E continuem lendo o Hard Blast!

 
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